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quarta-feira, novembro 30, 2005

Odeio-te

Quanto mais o tempo passa, mais ódio tenho ao cabrão. Como é possível que os portugueses não vejam aquilo que lhe está estampado no rosto, a sacanice disfarçada de nacionalismo de esquerda saudosista? Votem no “Godfather”! Votem no magrinho que ainda não consegue disfarçar a arrogância! Votem nos outros dois, um tão filho da mãe como este e outro sempre com a mesma cassete. Mas não votem no estúpido, que se recusa a cumprir os seus deveres partidários e políticos, que não suspende o mandato para no fim do circo voltar em apoteose e que responde a tudo de peito aberto, encobrindo a filha da putice com um pretenso sentido patriótico e populaço.
Mas um homem não é bom por ser homem. Um homem é bom por aquilo que faz. E tu vais ficar para a história como o vernúnculo pretensioso que és. É que as palavras leva-as o vento que passa...

3 Comments:

Blogger Guedes said...

Bem vindo de volta aos textos no blog – o primeiro desde que tens uma argola dourada no dedo.

Que revolta contra os candidatos presidenciais. Só faltou falar mal de um. Deve ter sido por respeito à idade avançada do senhor.

Quanto ao Manuel Alegre, não me parece que ao faltar às votações no Parlamento esteja a não «cumprir os seus deveres partidários».
Os deputados, garante a Constituição portuguesa, «exercem livremente o seu mandato».
Ao faltar, o candidato-poeta está, sobretudo, a desrespeitar a própria Constituição que terá de jurar se tomar posse como Presidente. Os deputados têm o «dever» de «comparecer às reuniões do Plenário» e «participar nas votações». Sem excepções.

10:49 da tarde  
Blogger Zé Pedro said...

Obrigado pelas boas vindas, sempre que tenho um tempo procuro vir cá deleitar-me com as opiniões de gente amiga e contribuir um pouco com as minhas, para o que um dia será um registo histórico incómodo para muitos de nós.

Falei em todos - a menos que consideres o Candidato Vieira e o José Maria Martins como propostas sérias... o "Godfather" é um termo carinhoso, aplicado a esse senhor de avançada idade, por um chefe das tríades de macau, um que é magnata de uns casinos por lá e por cá.

À obrigação constitucional chamei eu dever "político". Dever "partidário" considero não classificar (pelo menos publicamente) os puxões de orelhas da própria bancada parlamentar como tentativas de o silenciarem, faltando ao respeito da instituição a que pertence.

8:59 da manhã  
Blogger Guedes said...

Não percebi que o "godfather" se chamava Soares.
Estou a ver que a cruz de dia 22 de Janeiro está a ser um parto difícil... Não me digas que vais engolir um sapo?!?!?!

12:32 da tarde  

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