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domingo, dezembro 04, 2005

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Mário Soares recusou falar sobre a substituição do Procurador-Geral da República. Cavaco Silva não responde a uma série de perguntas dos jornalistas. Manuel Alegre não foi votar o Orçamento de Estado porque era um documento fundamental para o Governo, de quem quer ser independente caso seja eleito.
A razão é sempre a mesma: há um Presidente em funções que os candidatos não querem desrespeitar – por dizerem o que pensam... Ou, fazendo futurismo, não devem falar sobre decisões que tenham de tomar nos próximos anos se chegarem ao Palácio de Belém.
A 22 de Janeiro, os portugueses podem votar em pontos de interrogação.

2 Comments:

Blogger Ana Clara said...

A 22 de Dezembro, os portugueses não votarão em «pontos de interrogação» Guedes. Votaram nas alternativas que existem. Que, na minha opinião, serão bem menos que as actuais. Infelizmente temos uma péssima classe política em Portugal. E temos de a aceitar. Por essa razão, seja qual for a escolha em Janeiro, Portugal voltará a ter um Presidente que - seja ele quem for - terá de saber conviver com o sistema que temos.

9:26 da tarde  
Blogger Ana Clara said...

NATAL
Nasce um deus. Outros morrem. A Verdade
Nem veio nem se foi: o Erro mudou.
Temos agora uma outra Eternidade,
e era sempre melhor o que passou.

Cega, a Ciência a inútil gleba lavra.
Louca, a Fé vive o sonho do seu culto.
Um novo deus é só uma palavra.
Não procures nem creias: tudo é oculto.

A propósito do aniversário dos 70 anos da morte de Pessoa...

9:42 da tarde  

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